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PRECE
(O Pai Nosso com as Palavras de Jesus) (Tradução do aramaico releva a linguagem usada na época)
Pai-Mãe, Respiração da Vida, Fonte do Som,
Ação sem Palavras, Criador do Cosmos.
Faça sua luz brilhar entre nós, fora de nós e que a possamos tornar útil.
Ajude-nos a seguir nossos caminhos respirando apenas o sentimento que emana de Você.
Nosso eu seja com o Seu, para que posamos caminhar como reis e rainhas com todas as criaturas.
Que o Seu e o nosso desejo sejam um só em toda a luz, assim
como em todas as formas, em toda a existência individual, assim como em todas as comunidades.
Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós, pois assim
sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas
do mundo possa iludir-nos e nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.
Não nos deixe sermos tomados pelo esquecimento de que Você
é o poder e a força viva do mundo, a canção que se renova de tempos em tempos e a tudo embeleza.
Possa o seu amor ser o solo onde cresçam as nossas ações.
Jornalista Eduardo Castor Borgonovi
Jornal "A Tribuna" - Março/Abril de 1998
PAI NOSSO
Pai Nosso que estás nos céus
Na luz dos sóis infinitos
Pai de todos aflitos
Neste Mundo de escarcéus.
Santificado, Senhor,
Seja Teu nome sublime
Que em todo Universo exprime
Ternura, concórdia e amor.
Venha ao nosso coração,
O teu reino de bondade,
De paz e claridade,
Na estrada da redenção.
Cumpra-se o teu mandamento
Que não vacila nem erra
Nos céus, como em toda Terra
De luta e de sofrimento.
Evita-nos todo mal,
Dá-nos o pão no caminho,
Feito de luz, no carinho
De pão espiritual.
Perdoa-nos, Senhor
Os débitos tenebrosos
De passados escabrosos.
De iniqüidade e de dor.
Auxilia também,
Nos sentimentos cristãos
A amar aos nossos irmãos
Que vivem distantes do bem,
Com a proteção de Jesus.
Livra nossa alma do erro
Neste mundo de desterro
Distante da tua luz.
Que nosso ideal igreja,
Seja o altar de caridade
Onde se faça a vontade
De teu Amor...Assim seja.
Monsenhor Horta
Psicografada por Francisco Cândido Xavier
PAI
NOSSO
Nosso
Pai, que estás em toda a parte:
Santificado seja o teu nome, no louvor de todas as criaturas;
Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria;
Seja a tua vontade, acima dos nossos desejos,
Tanto na Terra, quanto nos círculos espirituais;
Pão Nosso do corpo e da mente dá-nos hoje;
Perdoa as nossas dívidas, ensinando-nos a perdoar nossos devedores com o
esquecimento de todo o mal;
Não permitas que venhamos a cair sob os golpes da tentação de nossa
própria inferioridade;
Livra-nos do mal que ainda resista em nós mesmos;
Porque só em ti brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória e da
paz, da justiça e do amor para sempre!
Assim seja!
Emmanuel
Psicografada por Francisco Cândido Xavier
PAI
NOSSO
Pai
Nosso que estais em toda parte, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós
o Vosso Reino, seja feita a Vossa Vontade assim na Terra, como em todo o
Universo.
Dai-nos
Senhor o pão do corpo e da alma. Perdoais as nossas ofensas como de todo o
coração perdoamos aos que nos tenham ofendido. Não nos deixeis Senhor,
sucumbir às tentações dos espíritos que ainda não sabem o bem, mas
enviai-nos os bons para nos esclarecer.
Nós
Vos amamos, oh Deus de todo nosso coração, de toda a nossa alma. E
queremos amar a todos os homens que pelo vosso amor são todos nossos
irmãos; oh Deus, Pai e Senhor! Fazemos esta prece em favor de todas as
almas que sofrem, encarnadas ou desencarnadas, por todos os nossos amigos e
inimigos.
Suplicamos
Pai, piedade, misericórdia, perdão, luz, paz e amor para todos eles e para
todos nós.
Amparai-nos
Senhor, guiai-nos, ajudai-nos a aprender, a perdoar e protegei-nos para
nosso progresso espiritual.
Assim
seja!
José Geraldo Tito
Patro Nia
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Pai
Nosso |
Ouça o "Pai Nosso" cantado ou falado em Esperanto

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Patro
nia kiu estas en la ĉielo.
Via nomo estu sanktigita.
Venu via regno, plenumiĝu Via volo,
Kiel en la ĉielo, tiel ankau sur la Tero.
Nian panon ĉiutagan donu al ni hodiaŭ.
Kaj pardonu al ni niajn ŝuldojn,
Kiel ankaŭ ni pardonas al niaj ŝuldantoj.
Kaj ne konduku nin en tenton,
Sed liberigu nin de la malbono.
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UM
POUCO SOBRE O PAI NOSSO
Introdução
O “Pai Nosso” é o mais
importante de todos os documentos cristãos. Foi cuidadosamente formulado por
Jesus, com uma finalidade muito clara e definida. É por isso que, de todos os
seus ensinamentos, esse é o mais conhecido e o mais freqüentemente citado.
Quanto mais nós analisamos o
“Pai Nosso”, mais maravilhosa se evidencia a sua construção. Esta oração,
a maior de todas, foi elaborada de maneira simples, clara e concisa, resumindo
tudo aquilo que é necessário para o desenvolvimento da nossa vida material e
espiritual. Nada que seja essencial foi omitido. Qualquer coisa a menos seria
considerada incompleta e qualquer coisa a mais seria redundância, pura repetição.
Esta oração resume todos os deveres dos homens para com Deus, para consigo
mesmo e para com o próximo.
Jesus previu que, à medida que
os séculos fossem passando, seus ensinamentos, seriam alterados, com todas espécies
de interferências externas, que na verdade nada teriam a ver com o espírito
original. Imaginou que no futuro, os homens que não o conheceram, construiriam
sistemas teológicos e doutrinários que acabariam obscurecendo a simplicidade
da mensagem original, levantando dessa maneira, um muro entre Deus e os homens.
Jesus elaborou a oração de
maneira a permitir que ela atravessasse os séculos sem que ninguém a
alterasse, sem que pudesse ser distorcida ou adaptada a nenhum sistema criado
pelo homem, e que contivesse toda sua mensagem. Por isso, através de todas as
mudanças e reviravoltas da história do cristianismo, esta oração chegou até
nós sem alterações.
A oração engloba sete cláusulas
que obedecem a uma ordem e a uma seqüência perfeita. Consideremos a primeira:
Pai Nosso que estais no
céu
No início da oração, já na
primeira frase, há uma grande lição: “Pai Nosso”. Ela não começa com
“Meu Pai”, no singular, e sim no plural: “Pai Nosso”, o que deixa bem
claro, que Deus é Pai de toda a grande família humana.
São filhos de Deus: todos os
seres espalhados pelo mundo inteiro, de todas as raças, de todas as nações,
de todos os povos, de todas as cores de pele e de todos os credos religiosos.
Deus é Pai dos bons e dos maus,
dos justos e dos pecadores, sobre os quais derrama, sem exceção, suas bênçãos
e sua proteção.
Deus é Pai de todas as classes
sociais: dos pobres e dos ricos, dos sábios e dos ignorantes, dos poderosos e
dos humildes.
Deus é Pai de todas as classes
religiosas, indistintamente, pois são seus filhos os católicos, os
protestantes, os espíritas, os budistas, os muçulmanos e os judeus, e até os
ateus que nele não acreditam.
E dessa Paternidade Divina,
decorre como conseqüência inalienável a Fraternidade Humana Universal. Todos
são filhos de Deus, todos são irmãos, porque todos são amados por Ele
igualmente, sem exceções. Isto porque Deus está acima de todas as competições,
acima de todos os ciúmes e rivalidades, acima de todas as disputas e contendas,
e acima de todo segmento religioso e partidário.
Santificado seja o Vosso
Nome
Na Bíblia, o nome corresponde
à natureza ou ao caráter essencial das coisas ou das pessoas, por isso, quando
se fala como é o nome de Deus, se fala qual é a sua natureza, e o seu nome,
segundo Jesus, é santificado.
O que significa
“santificado”? Buscando a origem da palavra, verificamos que vem de
“Santo”, o que significa que a natureza de Deus não só é digna da nossa
veneração, como também é completa e perfeita.
Santidade é a ausência de todo mal e a presença de todo bem. Deus é
Santo, infinitamente perfeito e desejar que o seu nome seja santificado, é
reconhecer a sua grandeza, a sua bondade, a sua perfeição e desejar que a sua
santidade seja conhecida de todos os homens e que todos o louvem.
Venha a nós o Vosso Reino
Nesta cláusula da oração nós
pedimos que o Reino de Deus venha até nós. Mas quando esse Reino de Deus vai
se estabelecer entre nós? É a dúvida que nós temos. Quando virá esse tão
falado Reino de Deus?
O nosso mundo aí está,
conturbado, cheio de problemas, guerras, misérias e desentendimentos. Parece
que vai de mal a pior. E o Reino de Deus, que é um reino de amor, de justiça e
de paz, e que seria a solução, quando virá?
Pois bem, essa mesma dúvida
tiveram os discípulos de Jesus, que em certa ocasião lhe fizeram a mesma
pergunta, e Ele, com toda a calma e autoridade que lhe era peculiar, respondeu:
“O
Reino de Deus não virá com aparência exterior, nem dirão ei-lo aqui, ei-lo
ali ou ei-lo acolá. O Reino de Deus está dentro de vós".
Vejam só, o Reino de Deus está
dentro de nós, dentro de cada um de nós. Portanto, basta a gente fazer essa
descoberta e se esforçar para desenvolver o nosso Cristo interno, modelando os
atos da nossa vida por aquele ideal sublime que consiste em fazer a vontade do
Pai, ou seja, em colocar em prática o Evangelho. Esse deve ser o objetivo
principal da nossa vida: vencer os nossos defeitos e desenvolver o Reino de Deus
que está dentro de nós. Se cada um melhorar um pouco, no todo o mundo inteiro
vai melhorar.
Aliás, certa feita disse o
grande Mahatma Gandhi, um dos espíritos mais iluminados que já passou por este
mundo:
“Se uma única pessoa atingir a plenitude do amor, ela neutraliza o
ódio de milhões de pessoas”.
Seja feita a Vossa
Vontade, assim na Terra como no Céu
Para entender esta cláusula da
oração, nós precisamos lembrar que Deus nós dá a liberdade de fazermos o
que quisermos. Entretanto, muitas vezes nós usamos a nossa liberdade de maneira
negativa. Pensamos e agimos de maneira errada e egoísta, daí a origem de todos
os nossos problemas. Agindo diferentemente da vontade de Deus, nós só traremos
problemas para nós mesmos, muitos dos quais nós levaremos conosco após o
desencarne e, às vezes, até para as próximas encarnações.
Portanto, não devemos nem por
um momento, tentar viver ou fazer planos sem pensar em Deus. Sejam quais forem
os nossos pensamentos ou atos, relacionados com o nosso trabalho diário, nossos
deveres em casa, nossas amizades, planos que fazemos para empregar o nosso
tempo, enfim, nas mais variadas circunstâncias, nos mais variados ambientes,
devemos ver e agir conforme a vontade de Deus e não a nossa; devemos ver e agir
praticando o Evangelho e seguir seus ensinamentos. Assim nós estaremos no
caminho certo do Cristo, da felicidade e da paz.
A vida de Jesus na Terra foi um
exemplo dessa busca constante em fazer a vontade do Pai. Uma das passagens evangélicas
que deixa bem claro o dever de fazer a vontade do Pai é o diálogo de Jesus com
a samaritana. Nessa ocasião, os discípulos que tinham ido à cidade buscar
alimentos, ao voltar insistiram para que Jesus comesse, ao que Ele respondeu:
“Eu
tenho um alimento para comer que vocês não conhecem. Meu alimento é fazer a
vontade daquele que me enviou e completar a sua obra”.
Vejam bem: o
alimento de Jesus é fazer a vontade daquele que o enviou.
Uma outra passagem evangélica
que demonstra a necessidade de fazer a vontade do Pai é a oração que Jesus
faz no Monte das Oliveiras, naquela hora triste, de terrível angústia, antes
de ser entregue, quando Jesus ora:
“Pai, se é possível, passe de mim esse
cálice, contudo, não se faça como Eu quero, mas como Tu queres”.
É um
exemplo de submissão ao Pai, submissão à Deus, que sabe infinitamente muito
mais do que nós.
Em outras palavras, nós devemos
pensar que a nossa vontade é nossa para fazê-la Vossa. Além do que, nunca é
tarde para lembrar as palavras de Jesus:
“A cada um será dado conforme as
suas obras.”
O pão nosso de cada
dia dai nos hoje
Quando se fala em “pão nosso
de cada dia” a primeira idéia que surge é o alimento diário, o nosso
sustento. Para melhor entendermos esta cláusula, devemos lembrar que a palavra
“pão” na Bíblia tem um sentido muito mais amplo do que um simples
alimento. Ela inclui não só o alimento diário necessário, mas também: as
roupas que nós precisamos para vestir, casa para morar, trabalho digno, saúde,
condições de estudo, enfim, tudo aquilo que necessitamos para a nossa sobrevivência
material.
É importante lembrar que Jesus
disse também:
“Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra de
Deus”.
Portanto, o “Pão nosso de cada dia” se refere também à tudo
aquilo que seja indispensável ao crescimento e à perfeição da nossa consciência
espiritual; em outras palavras, a realização do Reino de Deus dentro de nós.
Interessante observar que mais
uma vez encontramos a palavra “nosso” ao invés de “meu”. Nós pedimos
“o pão nosso” e não “o meu pão de cada dia”. Isto significa que ao
fazermos esta prece, não estamos fazendo um pedido pessoal, mas um pedido para
todos os nossos irmãos.
Interessante também observar
que dizemos “de cada dia”. Isto significa que estamos fazendo um pedido para
aquele momento, para aquele dia, e não para os dias subseqüentes, não para o
futuro, com o intuito de armazenar tudo aquilo que a palavra “pão” engloba.
Dessa maneira estaremos observando outros ensinamentos de Jesus, quando no
“Sermão da Montanha” Ele nos ensina dizendo:
Não ajunteis para vós tesouros na Terra, onde a traça
e o caruncho os corroem, e onde os ladrões arrombam e roubam; entesourai para vós
tesouros no céu”.
“Não vos inquieteis por vossa vida sobre o que haveis de
comer, nem por vosso corpo sobre o que haveis de vestir. Não é a vida mais do
que o alimento e o corpo mais do que o vestido?”
“Olhai as aves do céu: não semeiam, nem ceifam, nem
recolhem em celeiros e vosso Pai celeste as alimenta”.
Não vos preocupeis, pois, dizendo: Que havemos de comer?
Ou: que havemos de beber? Ou: com que nos havemos de vestir? Por tudo isso se
afligem os gentios; porém, vosso Pai Celeste bem sabe que de tudo isso
necessitais. Buscai, pois, primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e tudo
isso vos será dado de acréscimo”.
Perdoai as nossas
ofensas,
assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido
Após dizer quem é Deus, quem
é o homem, como o Universo funciona, como devemos cumprir a nossa missão, qual
o verdadeiro alimento e a maneira como o podemos conseguir, Jesus passa ao perdão
dos pecados.
A idéia que se tem é que o
pecado parece estar fora de moda no mundo de hoje, ser coisa do passado. Muito
pelo contrário. O pecado é atualíssimo como sempre foi.
Mas o que é o pecado? É o
erro, é o sentimento de separação, de afastamento de Deus. E a maior tragédia
que o homem pode experimentar é o afastamento de Deus, e isso ocorre quando
erramos. Quando Jesus nos deixou o “Pai Nosso”, no tocante ao perdão das
ofensas, Ele nos colocou “entre a cruz e a espada”.
Por que “entre a cruz e a
espada?” Justamente porque na oração nós dizemos: “Perdoais as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. Portanto, o
nosso próprio perdão depende de perdoarmos aos outros, de perdoarmos
verdadeira e sinceramente, além de esquecermos completamente a ofensa, por mais
fundo que tenhamos sido ofendidos, por mais que tenhamos sofrido.
A gente sabe que em determinadas
situações o perdão é difícil, entretanto, o perdão é fundamental e o perdão
é o passo inicial para que a reconciliação aconteça. Quanto mal-entendidos,
quanto sofrimento, quantos problemas e quanto tempo perdido não poderiam ser
evitados com um perdão sincero e um esquecimento total das ofensas!
Além disso, é incalculável a
quantidade de problemas que continuam após a passagem para o mundo espiritual,
e que poderiam ser solucionados aqui mesmo, através do perdão. No Sermão da
Montanha Jesus nos orienta:
“Apressa-te em concordar com teu adversário
enquanto vais com ele pelo caminho, para que não suceda que ele te entregue ao
juiz, e o juiz ao ministro, e sejas posto em prisão”. “Porque se perdoardes aos homens as suas faltas, também vos perdoará
vosso Pai celeste. Mas, se não perdoardes aos homens, vosso Pai também não
perdoará os vossos pecados”.
Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal
Ao final do “Pai Nosso”,
fazemos o pedido de ajuda para quando a vida nos puser a prova. É bem certo
que errar é humano, é errando que se aprende, mas permanecer no erro é
burrice, porque nos escraviza aos maus hábitos. Não é, portanto, o erro
que nos degrada, é a submissão ao seu domínio. Da mesma maneira que ser
tentado não é desairoso. O que afeta a nossa dignidade é cair na tentação,
porque o mal não está na tentação, mas sim na queda.
É aqui que nós pedimos a
Jesus mais forças para resistir às tentações do que meios de nos
preservar delas, porque é na luta que se revelam os fortes, é na luta com
as tentações do mundo que nos aperfeiçoamos.
Se quisermos atingir aquela
perfeição que o Cristo nos pediu:
“Sejam perfeitos como o Pai é
perfeito”,
nós temos que vencer as tentações, afinal, nós não
fomos criados para ficarmos parados nos acostamentos da vida. Nós fomo
criados para seguir a estrada da perfeição e quanto mais nós exigirmos de
nós mesmos, melhor será para nós.
Através desta pequena
reflexão sobre a oração do “Pai Nosso”, juntamente com a associação
de suas palavras com algumas passagens evangélicas, nós vimos que ela
engloba muitos dos ensinamentos de Jesus. Se nós fizermos uma reflexão
mais profunda, veremos que o “Pai Nosso” engloba todo o ensinamento de
Jesus.
Então, em uma escala de
concisão, nós temos o Evangelho, o Sermão da Montanha e o Pai Nosso.
Quando fazemos essa prece estamos, resumidamente, revivendo todo o Evangelho
de Jesus.
Os séculos passaram e
passarão, mas as palavras do “Pai Nosso” persistirão sempre, como um
farol a iluminar o barco da nossa vida rumo à perfeição porque é uma
obra divida, e como toda obra divina, é eterna.
Antonio
Luís Lourenço dos Santos * Este
artigo foi escrito originariamente
em
Esperanto
em
1987, ano do centenário do idioma internacional, e publicado pelo"Almanaque Lorenz"
-1988
(Sociedade Editora Espírita F.
Lorenz) e pela"Revista Esperança Católica - (União Católica
Internacional Esperantista no Vaticano)
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Desenhado e produzido por
Antonio Luís Lourenço dos Santos
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